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Associado ganha menção honrosa em prêmio nacional de literatura

Representando o Grêmio Náutico União (GNU), o escritor Felipe Luiz Ribeiro Daiello recebeu menção honrosa no Prêmio Nacional de Literatura de Clubes 2017. O associado foi premiado pelo conto “Sucuris no mato? Cuidado!”.

Em sua segunda edição, a premiação teve 256 obras inscritas, entre poesias, crônicas e contos, de escritores oriundos de 62 clubes, de 31 cidades. A realização foi da Academia Paulista de Letras (APL), do Sindicato dos Clubes do Estado de São Paulo e da Federação Nacional dos Clubes (Fenaclubes).

O conto de Daiello foi o único de um clube gaúcho a ser premiado. A Comissão Julgadora, ao explicar sobre o porquê de sua decisão, escreveu:

Com uma narrativa regionalista, essa modalidade que muitos críticos costumam dizer que está superada, mas que representa o resgate de identidade da nossa alma brasileira, plena de componentes culturais de espectro local. O conto “Sucuris no mato? Cuidado!” tem excelente escolha vocabular, estruturação bem feita e estilo que nos lembra J. Simões Lopes Neto, no seu “Contos gauchescos”, embora não abuse do linguajar pampeano.

Quem é Felipe Daiello

Gaúcho de Porto Alegre, o escritor Felipe Daiello é também engenheiro, professor e empresário. Após a conclusão da trilogia As Rodas da Fortuna, mergulhou nas delicadas questões do Oriente Médio. Desafio proposto pelo colega de escrita Carlos Abbud, a execução de narrativa longa resultou na nova obra Ventos do Deserto, que narra episódios de extremismos contra a civilização judaico-cristã, de querelas entre sunitas e xiitas, do surgimento dos guerreiros de preto, da Sharia como constituição obrigatória para muçulmanos e não crentes e da implantação de novos califados para lutar contra os pecados do ocidente.

 

> Leia o conto “Sucuris no mato? Cuidado!”

> Conheça a lista completa de vencedores do Prêmio Nacional de Literatura de Clubes 2017

 

Literatura a quatro mãos

Revista GNU - Livro de associada

Para Duda Chaieb, 12 anos, e Paulo Caroli, a literatura rendeu outro tipo de prêmio: a aproximação ainda maior entre pai e filha. Com o intuito de passar mais tempo com a Duda, Caroli – que já tem alguns livros publicados na área de Tecnologia da Informação (TI) – resolveu instigar a filha a escreverem juntos um livro. A brincadeira inicial resultou n’O Mistério do Colégio Alipus, livro infanto-juvenil de 160 páginas.

A Revista GNU, em sua última edição, contou esta história, que pode ser conferida neste link.



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